Kaju! 3.0

Um pouco de humor pra passar o tempo. Obs: Blog em construção, poucas coisas ainda.

Acabou. 2 Setembro, 2008

Arquivado em: Variadas — thecaramujoskings3 @ 11:07 pm

O Kaju! 3.0 fechou as portas. Infelizmente a alta demanda de afazeres estagnaram meu humilde blog novamente. E também são raros os visitantes, então vejo vocês quem sabe no futuro adiante!.

O final da “Fantástica Fábrica de Chocolates” fica em branco, que triste!!

…¬¬’

Tial.

 

A Fantástica Fábrica de Chocolates – Um Conto da Vida Real (Parte 03) 9 Agosto, 2008

Arquivado em: Variadas — thecaramujoskings3 @ 6:57 pm

…Continuação

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O tempo passou, e o colégio de superheróis estava recebendo finalmente uma marcante personagem, a Sabiá (Lulu). Seu passaporte de entrada foi como um tiro de bazooka em uma formiga. Lulu chegava no colégio com sua blusinha xadrez colorida, um penteado e uma maquiagem que ela sempre tomava todo o cuidado de retocar durante as aulas…isso mesmo, DURANTE as aulas! Ela sentava na primeira carteira e emitia um sorriso 43 através de seu espelho portátil, usado para retocar o brilho de seus olhos e a suavidade de sua pele…¬¬’.

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Umas pequenas diferenças de ideais foram crescendo na sala e com o tempo adquiriu proporções enormes de um cânion, causando uma divisão na sala. Na ala sudoeste estavam os homens, na ala leste a ala das meninas (onde Kathy com toda sua engenhosidade estava) e Lulu que ficava mais à frente, comportando-se como um verdadeiro escudo-humano. A representação geográfica da sala de aula pode ser entendida assim:

Apenas para se ter uma idéia de como era dividida a sala, pois como é possível ver, minhas habilidades artísticas não são nada boas…

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Assim que Lulu entrou em nosso colégio, os dias de aula nunca mais foram os mesmos! Sua presença despertava entusiasmo e criatividade de todos, que tostavam seus crânios para aprontar algo com ela. Marquin e Kathy, no entanto, não participavam diretamente com a coisa de fato, porque sabe como é, “se o pau cumê, os nossos estariam fora da reta”. Mas era divertido, ahhh se era.

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Lulu batalhava para ser apenas uma pessoa como qualquer outra, mas suas pernas trêmulas e sua blusa xadrez não deixavam. Como de costume, todo dia ela levantava e comia seus bolinhos de chuva com refrescos de tamarindo, mas agora ela havia conseguido um bom empreendimento, vender seus bomboms no colégio! Uma grande evolução, visto que agora com tantas risadas que ela causava, o nível de açucar caía drasticamente no sangue do pessoal da sala. Ahhh quantos bomboms eu comprei e não paguei, me sinto culpado por isso e minha consciência pesava um pouco, mas como ela estava vendendo muitos bomboms, nem dei bola.

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Sem dúvida alguma, a aula mais esperada por todos da sala era o dia da educação física. Todos esperavam com suas gargantas coçando na ansiedade de ver Lulu em ação. Seus movimentos eram imprecisos, sua coordenação motora era chocha e sua pontaria milimetricamente errada. Quando Lulu ia jogar, todas as luzes voltavam-se para ela. O sol escaldante fazia com que o brilho de seu aparelho fosse mais intenso ainda, e como numa cena de filme, ela arremessava. Sabe…não importa o que ela arremessava, fosse uma bola de basquete, uma bola de vôlei, uma bola de handball…ela era horripilantemente ruim. Me lembro quando ela arremessou uma bola de boliche quando fomos jogar. Lulu arremessava a bola com tamanha elegância que a mesma podia sentir uma breve sensação do ar passando por seus 03 orifícios a mais de 1 metro de altura!!

“Jogada aérea” da Lulu

Kathy estava lá jogando também, mas pelo que eu notava, boliche não era assim um esporte que ela apreciava muito, ela apenas jogava com delicadeza e sutileza. Já eu não me aguentava de empolgação, ora essa, velocidade era o significado de jogar bem! Força, velocidade e um pouco de pose para tentar impressionar os outros era a minha combinação preferida. Até mesmo cheguei a cair de joelhos na pista, minhas mãos ficaram cheios de óleo, o que não foi nada agradável. Poderia fritar uma bisteca, caso estivesse faminto.

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Veja a parte 02 clicando aqui

Continua…

 

A Fantástica Fábrica de Chocolates – Um Conto da Vida Real (Parte 02) 29 Julho, 2008

Arquivado em: Variadas — thecaramujoskings3 @ 5:38 pm

…Continuação

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Era uma manhã fria, tive que ir ao meu primeiro dia de aula agasalhado. Me deparei com um colégio estranho, não era de se surpreender, nunca tinha estado lá antes. O trabalho da jardinagem e a engenharia do colégio mostravam-se impressionantes. Aos poucos fui conhecendo o pessoal, e vi que tinham outros novatos assim como eu, assim como a Kathy. Kathy estava lá, quietinha e com um pouco de nervosismo, mas é claro, ir para uma escola nova e conhecer pessoas novas é como colocar um filhote de orangotango no meio de um grupo de chimpanzés arteiros…não dá muito certo.

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Os primeiros meses foram fáceis, me adaptei tão bem lá quanto chocolate com coca-cola (a receita sagrada da felicidade). Kathy era uma garota mais na dela mesmo, no entanto, já tinha montado sua própria gangue, sendo ela a cabeça mentora de todos os planos maquiavélicos. Me lembro certa vez, em que eu chegava no colégio, me sentei no fundo da sala (onde o ângulo de visão é maior, permitindo um maior aproveitamento da aula), tinha uma pequena maquete no fundo. Kathy estava lá como sempre, com toda sua brancura que nenhum sabão em pó Ace conseguia fazer, veio em investidas verbais me acusando de ter destruído a maquete dos pobres alunos que a fizeram…mais isso não tem uma grande importância.

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Já o Marquin (eu no caso), ficava entusiasmado com as competições interclasses no intervalo de quem comia mais salgados da tia da cantina (comi 5). Era incrível como o tempo escasso de um intervalo faziam dessas competições tão emocionantes! Como era competitivo por exemplo comer 02 coxinhas de carne, 01 enrolado de salsicha, 01 esfirra de frango e 01 salgado de pizza, ahh como era bom…

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Enquanto isso:

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Lulu com seu nariz pontudo estava no início de sua jornada de vender doces para todas as criançinhas (qualquer semelhança de “nariz pontudo” e “criançinhas” com Michael Jackson é mera coinscidência). Ela acordou de manhã, deu um rugido para se espreguiçar, escovou seus dentes com Tandy de Tutti-Frutti (sua pasta de dente predileta) e comeu bolinhos de chuva com um saboroso refresco de tamarindo. Era frio de manhãzinha e suas pernas estavam trêmulas. Era possível até sentir o estalar dos ossos. Saiu carregando uma pequena sacola com bomboms de diversos sabores e pensou que precisava ir para um colégio estudar, afinal, ela sempre sonhou em sua carreira artística, imagine só, interpretar uma novela mexicana, para isso ela precisaria estudar e quem sabe fazer algo relacionado com cinema. Era seu sonho de garota. As 03 novelas preferidas dela foram Maria-do-Bairro, Marimar e Maria-Mercedez.
Mas isso se chamava sonhar alto, então ela apenas pegava sua sacolinha de doces e ia vender nas suas redondezas.

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Veja a parte 01 clicando aqui

Continua…

 

A Fantástica Fábrica de Chocolates – Um Conto da Vida Real 24 Julho, 2008

Arquivado em: Variadas — thecaramujoskings3 @ 10:02 pm


Bem após as montanhas, escondia-se uma pacata cidade conhecida como Arapombas, a cidade dos passarinhos! Era um lugar encantado, onde tudu era possível, até mesmo assistir O Advogado do Diabo no cinema depois deste passar na sessão da tarde na TV.

Um lugar como outro qualquer, onde a vida era sofrida e cheia de problemas, assim como a desses 3 jovens:

  • Como seus pais iriam para o Japão, o país do Sol nascente, Marquin teve um motivo mais do que necessário para migrar para o sul, assim como fazem as andorinhas em busca de alimentos ou em busca de gaúchas (belas andorinhas que andam e falam). Era um rapaz simpático e um verdadeiro paspalhão. Um dos poucos japoneses-mineiros-de-cabelo-sarará (dificilmente você verá um desses soltos por aí) restantes. Vivia uma vida cigana, indo de um lugar a outro, das Minas Gerais à grande São Paulo, da grande São Paulo à cidade dos passarinhos.
  • Ele estava em meio a uma verdadeira prova-de-fogo, pois tinha estudado metade do ano em sua terra natal, e iria num colégio, metade nome de gente, metade nome de ovo, Carlos Rene Egg.

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  • Kathy era uma moça de beleza imensurável feita de porcelana e tintas à base de pigmentos naturais, era tão branca quanto à neve que se forma em cima do congelador da geladeira da mamãe, e seu nome era tão complexo quanto o alfabeto grego de trás para frente. Sempre brincalhona e esperta, teve uma fase rock’n roll, onde costumava escrever seus poemas rock’n roll em mochilas alheias ¬¬’.
  • Em meio a muita confusão, Kathy entrou no meio do ano em uma jornada incansável em diversas escolas em busca de um lugar ao sol (ai que triste). Após passar pelo colégio Carlos Rene Egg, não resisitiu…preencheu os formulários brancos, tirou uma foto preta e branca e deu sua impressão digital branca para se tornar uma legítima aluna reneginiana!

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  • Lulu era uma rapariga magérrima, de uma beleza rara aos olhos alheios ¬¬’. Gostava muito de tomar refrescos de tamarindo e de se maquiar em locais inadequados. Seu grande sonho sempre foi abrir uma franquia de doces trufados da Lulu, ou uma rede de fast-food, a Sabiá’s Cakes and Bombom’s.
  • Vagando pelo mundo a mais de duzentos anos, Lulu sempre encontrou muitos amigos, que a tratavam com imenso carinho, colocando tachinhas para ela sentar e amarrando-a em cadeiras. O destino então lhe pregou uma folha atrás das suas cost…digo…lhe pregou uma peça e ela então passou a freqüentar o famoso colégio de superheróis Carlos Rene Egg.

Continua…

 

Carta de Feliz Aniversário 6 Julho, 2008

Arquivado em: Variadas — thecaramujoskings3 @ 2:52 am
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Existem certos dias na nossa vida em que as pessoas chegam todas sorridentes e felizes, dias em que até mesmo uma pessoa da sua própria sala de faculdade (isso é só uma suposição) que não gosta de você participa da tradição milenar da música do “Parabéns Pra Você”. O que na minha opnião estaria errado, já que o correto seria “Parabéns PARA Você”…mas isso não vem ao caso. O que importa é que nesses dias você vê acontecimentos que a mecânica quântica, a química e nem mesmo o estudo comportamental do homem pode explicar.

Esse “parabéns, muita felicidade, muitas conquistas. Tudu de bom, que você tenha muita saúde!” já é muito clichê. Mas apenas por conveniência e, talvez, por falta de adjetivos e palavras mais complicadas, todos preferem desejar apenas um bom aniversário sem se preocupar com a gramática e qual vai ser a influência dela na vida pessoal da pessoa que comemora a data.

Então estou eu aqui, em frente ao computador (ultrapassado tecnologicamente) na minha tia aqui em Arapombas escrevendo este e-mail que a tanto não escrevia. O frio é de fritar os pés, e quase não sinto o bater de meus dedos no teclado que escreve este humilde texto. Não se preocupe, a sensação da falta de sentidos por causa do frio excessivo que faz aqui é apenas temporário, logo pela manhã eu terei de volta meus impulsos nervosos, e poderei sentir picadas caso me corte com o estilete que eu uso lá no estágio onde eu estou.

Ah falando no meu estágio, está muito bom lá, estou gostando muito, a cada dia eu aprendo mais. Não se preocupe, eu tenho todo o cuidado com estilete que eu citei logo acima, aliás, quem é que deve gostar de ter o dedo ou alguma outra parte do corpo cortada não é verdade, num to falando a verdade fala sério! Ah que sem-graça…Voltando à estória…então a menina albina chegou para o jacaré albino e pergunt…opa estória errada.

Lá no estágio há muito o que se fazer, muito o que se aprender, enfim…há muito. ¬¬’

Com certa frequência eu durmo medito nos ônibus durante o trajeto, medito mais no entanto quando eu estou voltando para minha casa. Outro dia adormeci estava meditando com fones de ouvido ao som de The Kooks quando uma senhora, de aparência sadia me acordou com um empurrão nos ombros. Eu gentilmente agradeci e depois de olhar 180º (pois seria inútil olhar todos os 360º, já que estava numa disposição paralela às janelas e, portanto, os 180º restantes representariam a região da parede lateral do ônibus, onde não há pessoas, dessa maneira pude economizar preciosos 180º na minha vida…quem sabe eu posso usar mais à frente no cálculo de alguma conta na faculdade) e perceber que era o único ainda que não havia se levantado para desocupar as poltronas no ônibus, sutilmente me levantei para não passar a impressão de susto ou vergonha e fui embora.

Ah sim, graças ao estágio, minha alimentação melhorou bastante, como até abobrinha sempre que tem no cardápio (até a terceira vez que comi, não sabia que era de fato…abobrinha, só depois que eu fiz uma pequena discussão que acabei por descobrir). E talvez pelo aumento do consumo de abobrinhas passei a falar mais a linguagem espetacular delas. Descobri algo interessante também. Uma semana antes de entrar no estágio acreditava eu que teria minha gramatura total aumentada, digo…que eu engordaria (desculpe a expressão, mas é que estou me acostumando com o estágio haha). Pouco mais de um mês após descubro eu que tenho um senso de previsão horroroso. Isso mesmo, mesmo substituíndo o número de refeições de carne moída com alta frequência durante a semana por almoços com valores nutricionais muito bem distribuídos à disposição eu não engordei nada.

Isso leva à lógica de que se eu fiz uma previsão suposta de que escrever um e-mail de feliz aniversário para você, você ficaria feliz. Mas na realidade eu estaria errado, já que você ficará triste (vivaaa!!), aparecerão muitos pés de galinha em sua cara e você chorará tanto que seus olhos ficarão roxos (combinando magestralmente com uma das 4 paredes de seu quarto) fato que pode ser confirmado pela pequena estória do meu peso logo acima.

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Sabe, me lembrei de você se queixando na outra noite, que não iria haver comemoração do seu aniversário com festinha na sala, já que seria na época de férias. Bom que culpa temos se você nasceu em uma época em que todos os estudantes estão mais felizes por terem que ficar num perímetro de distância da faculdade? Todos merecem férias, os universitários merecem férias, até o tiozinho que vende algodão doce merece férias. Enfim sua reclamação não tem nenhuma inteligência um bom motivo que a sustente ou que contribua para a ciência.

Então em vez de reclamar (mesmo de brincadeira) no seu aniversário, olhe a sua volta e fique orgulhosa de tudo o que você ver, pois você não seria o que é hoje se não fosse por cada uma dessas “peçinhas LEGO” que compõem sua vida. Seja feliz por ter o que você tem, e seja feliz por não ter ainda algumas coisas coisentas que você quer ter. Já ouviu falar aquela de que a grama do vizinho sempre é mais bonita? Pois é, mesmo tendo tudu que você quer, a grama do outro será mais bonita. A vida é uma caixinha de surpresas, você não sabe se o que tem dentro é ruim ou bom, você apenas tem a chance de abrir a caixa, uma vez aberta ela não fecha. (fala verdade, esse momento “lições da vida” é um saco né? Eu acho uma verdadeira abobrinha, só falei esse parágrafo para encher o saco de você XD, achei que talvez você fosse ficar pensativa kkkiaakiakiaakiakia).

Então Nessa, espero que este gigantesco e-mail tenha sido o suficiente para tirar-lhe a sensação ruim de “quero receber um e-mail do Kazul. Pois como você mesma viu, eu infelizmente demorei caprichei bastante, e sinto uma leve tontura por causa disso. Acho que é isso.

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Feliz Aniversário! :)